Meu Pequeno Príncipe

Cá estou de volta. Estive ausente porque estava em férias e fui curtir o nascimento do meu sobrinho, o meu Pequeno Príncipe. Desde que soube que minha irmã estava grávida de um menino, comecei a chamá-lo de Meu Pequeno Príncipe. O nome dele é Heitor, nasceu no dia 11 de janeiro de 2010. Este post é dedicado a ele que mesmo sendo tão pequeno já ocupa um lugar muito especial no meu coração. Todos esses dias que passei com ele e minha família foram maravilhosos.


Na verdade, independente do gênero (masculino ou feminino) toda criança é um Pequeno Príncipe em sua essência, pois toda criança é pura, terna, sincera, irreverente, criativa, características tão marcantes do Pequeno Príncipe.

Admiro muito da obra do Pequeno Príncipe, ela me acompanha desde a infância. Não pensei duas vezes e comprei para o meu sobrinho esta história tão linda, tudo com o maior carinho, com direito a dedicatória da mais coruja possível. Desejo do fundo do meu coração que esta obra passe de geração em geração e toque o coração de todos aqueles que a ler.

Hoje a saudade bateu. Mas é uma saudade gostosa. Acabei de receber um email da minha irmã e isso me deixou muito feliz. Quando estive lá ela me perguntou se tinha ido à exposição do Pequeno Príncipe e eu, respondi: Claro que sim! Ela então me disse: me mostra as fotos. Infelizmente não tinha levado as fotos que fiz. Hoje como a saudade bateu resolvi procurar as fotos e fiz algumas montagens que vou publicar junto com este post.


A montagem abaixo foi fotografada da parte externa da Oca. São desenhos que representam as principais passagens do livro.



A montagem abaixo foi fotografada dentro da exposição e representa trechos específicos do livro e estava na parte inicial da exposição.


Esta montagem por sua vez mostra cada um dos personagens no seu “Mundinho” – O Bêbado, O Rei, O Ascendedor de Lampiões, etc.


Por fim, “este é o meu segredo. Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”. Este foi um espaço da exposição onde as pessoas (adultos, crianças) podiam expressar seus sentimentos escrevendo em estrelas que eram penduradas para que todos os outros pudessem lê.

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