INVICTUS

Dentro da noite que me rodeia
Negra como um poço de lado a lado
Agradeço aos deuses que existem
por minha alma indomável

Sob as garras cruéis das circunstâncias
eu não tremo e nem me desespero
Sob os duros golpes do acaso
Minha cabeça sangra, mas continua erguida

Mais além deste lugar de lágrimas e ira,
Jazem os horrores da sombra.
Mas a ameaça dos anos,
Me encontra e me encontrará, sem medo.

Não importa quão estreito o portão
Quão repleta de castigo a sentença,
Eu sou o senhor de meu destino
Eu sou o capitão de minha alma.


O poema acima, escrito pelo poeta inglês, William Ernest Henley, em 1875, foi a grande fonte de inspiração e refúgio de Mandela durante todo o tempo em que esteve preso na pequena cela 4, da ala B, de Robben Island. Mandela contou que, toda vez que fraquejava, lia e relia o poema para aplacar o sofrimento e buscar forças para seguir em frente.

Salve  Mandela! Salve a poesia que enche nossa vida de alegria e coragem para continuar seguindo em frente mesmo diante de tantos obstáculos.

Fonte:
http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2013/12/06/interna_internacional,476806/invictus-o-poema-que-deu-forcas-a-mandela-durante-os-anos-de-prisao.shtml
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