Pintura, cinema, barbie e a Moça com brinco de pérola


E cá estou eu com a minha série “Barbies Estrambólicas”.  A escolha dessa vez envolve pintura e cinema e visa destacar a pintura e o filme Moça com brinco de pérola.

O quadro Moça com brinco de pérola foi pintado pelo artista holandês Johannes Vermeer. O artista que também é conhecido como Vermeer de Delft ou Johannes van der Meer nasceu em Delft, no dia 31 de Outubro de 1632 e faleceu na mesma cidade em 15 de Dezembro de 1675. Vermeer é o segundo pintor holandês mais famoso e importante do século XVII (um período que é conhecido por Idade de Ouro Holandesa, devido às espantosas conquistas culturais e artísticas do país nessa época), depois de Rembrandt. Os seus quadros são admirados pelas suas cores transparentes, composições inteligentes e brilhantes com o uso da luz. Pouco se sabe da sua vida. Era filho de Reynier Jansz e Dingenum Baltens. Casou-se em 1653 com Catharina Bolenes e teve 15 filhos, dos quais morreram 4 em tenra idade. Conhecem-se hoje muito poucos quadros de Vermeer. Só sobrevivem 35 a 40 trabalhos atribuídos ao pintor holandês. Há opiniões contraditórias quanto à autenticidade de alguns quadros. A vida do pintor é contracenada no filme "Moça com Brinco de Pérola" (2003).

O filme Moça com Brinco de Pérola foi baseado no livro escrito por Tracy Chevalier, em 1999. O romance escrito por Chevalier “tenta desvendar a moça do quadro, que encanta a todos com sua expressiva beleza e um intrigante olhar, ao mesmo tempo alegre e triste”. O roteiro do filme foi criado por Olívia Hetreed com direção de Peter Webber. Seguem informações sobre o filme:
Scarlett Johansson interpreta Griet, uma jovem camponesa que, por conta de dificuldades financeiras é levada a trabalhar na casa do pintor (vivido nas telas por Colin Firth). Dentre suas inúmeras funções está a de limpar e arrumar o estúdio, onde Vermeer passa a maior parte de seu tempo, trabalhando e refugiando-se de sua caótica família, que ele pouco vê. Aos poucos Vermeer começa a prestar a atenção na jovem de apenas 17 anos, e passa a treiná-la no preparo das tintas. Ela tem um natural olhar crítico, parecido com o dele, e o pintor a deixa opinar em seu trabalho, nascendo entre eles uma cumplicidade que vai gerar o ciúme do resto da família e dos outros serviçais da casa. Menos o da sogra (Juddy Parfitt), que é quem administra as contas da família quase falida, e consegue captar que a presença da criada melhorou o trabalho do pintor e, consequentemente, o fluxo de caixa. O ponto forte do filme está nas atuações de Johanssom e Firth. Ele a quer sempre ao alcance dos seus olhos, o que faz crescer entre eles uma tensão sexual, que culmina na cena em que ele fura sua orelha para colocar-lhe os brincos da esposa. Sensualidade à flor da pele.
Assisti ao filme e adorei. Em primeiro lugar gosto muito do ator Colin Firth e somando a isso adoro filmes de romance e arte. A história da forma como foi mostrada no filme é envolvente e prende a atenção do início ao fim. Tanto que rendeu ao filme três indicações ao Oscar (Fotografia, Direção de Arte e Figurino) e duas indicações ao Globo de Ouro (Atriz – Drama e Trilha Sonora).

E para finalizar temos a Barbie Moça com brinco de pérola criação da artista Jocelyne Grivaud. Esta obra de arte é muito interessante, pois é arte feita em cima da própria arte.

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