Prefiro ser louco em um mundo onde os normais constroem bombas

Foto: Street Utopia

O título é uma frase do meu querido Raul Seixas que mais do que cantor e compositor foi um grande filosofo. Acredito que esse título e a imagem expressam todo o meu desejo de um mundo com mais paz e amor. É tempo de evoluirmos no sentido de que a união vale mais do qualquer tipo de guerra. Chega dessa lavagem cerebral agora é hora de expandir a mente e para que isso aconteça o conhecimento é a nossa arma fundamental.

Estamos vivendo a Era Cognoscitiva e para descrevê-la de forma bem sucinta segue trecho do Livro “A Inteligência Coletiva”, do filósofo Pierre Lévy:

A prosperidade das nações, das regiões, das empresas e dos indivíduos depende de sua capacidade de navegar no espaço do saber. A força é conferida de agora em diante pela gestão ótima dos conhecimentos, sejam eles técnicos, científicos, da ordem da comunicação ou derivem da relação “ética” com o outro. Quanto melhor os grupos humanos conseguem se constituir em coletivos inteligentes, em sujeitos cognitivos, abertos, capazes de iniciativa, de imaginação e de reação rápidas, melhor asseguram sucesso no ambiente altamente competitivo que é o nosso. Nossa relação material com o mundo se mantém por meio de uma formidável infraestrutura epistêmica e de software: instituições de educação e formação, circuitos de comunicação, tecnologias intelectuais com apoio digital, atualização e difusão contínua dos savoir-faire...Tudo repousa, a longo prazo, na flexibilidade e vitalidade de nossas redes de produção, comercial e troca de saberes”.
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